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<title>IEC - Perguntas e respostas recentes em ViriCan</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=qa/virican</link>
<description>Powered by Question2Answer</description>
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<title>Respondida: Como preparo a seção &quot;Objetivos&quot; de meu trabalho científico em área biomédica?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=162/como-preparo-secao-objetivos-trabalho-cientifico-biomedica&amp;show=163#a163</link>
<description>&lt;p data-path-to-node=&quot;9&quot;&gt;Na praxe da boa comunicação científica, a seção &quot;Objetivos&quot; de um projeto de pesquisa ou relatório deve apresentar dois componentes fundamentais e complementares:&lt;/p&gt;&lt;p data-path-to-node=&quot;10&quot;&gt;&lt;strong data-path-to-node=&quot;10&quot; data-index-in-node=&quot;0&quot;&gt;1. Objetivo Geral:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Deve ser um enunciado preciso da pergunta científica que o estudo se propõe a responder. Ele deve explicitar a hipótese central de trabalho, visando elucidar — total ou parcialmente — a lacuna de conhecimento apresentada na Introdução. Academicamente, o Objetivo Geral atua como a ponte lógica entre a fundamentação teórica e a execução experimental. Sua redação deve emergir de forma natural ao leitor na transição final da Introdução, consolidando o propósito maior da pesquisa em uma única sentença diretriz.&lt;/p&gt;&lt;p data-path-to-node=&quot;11&quot;&gt;&lt;strong data-path-to-node=&quot;11&quot; data-index-in-node=&quot;0&quot;&gt;2. Objetivos Específicos&lt;/strong&gt;: Devem explicitar com precisão o escopo das etapas do estudo, indicando sucintamente os modelos adotados (ex: &lt;em data-path-to-node=&quot;11&quot; data-index-in-node=&quot;134&quot;&gt;in vitro&lt;/em&gt;, &lt;em data-path-to-node=&quot;11&quot; data-index-in-node=&quot;144&quot;&gt;in vivo&lt;/em&gt;) e os parâmetros biológicos ou físico-químicos a serem avaliados. As técnicas analíticas só devem ser mencionadas se forem intrínsecas ao resultado pretendido.&lt;/p&gt;&lt;ul data-path-to-node=&quot;12&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;p data-path-to-node=&quot;12,0,0&quot;&gt;&lt;strong data-path-to-node=&quot;12,0,0&quot; data-index-in-node=&quot;0&quot;&gt;✅ Exemplo:&lt;/strong&gt; Ao definir a determinação da expressão gênica, especifique se a análise ocorrerá em nível transcricional (mRNA) ou proteico, e a natureza das amostras (células, tecidos, sangue, etc.).&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p data-path-to-node=&quot;12,1,0&quot;&gt;&lt;strong data-path-to-node=&quot;12,1,0&quot; data-index-in-node=&quot;0&quot;&gt;❌O que evitar:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Detalhamento metodológico excessivo. Não é necessário indicar, por exemplo, o uso de qPCR ou &lt;em data-path-to-node=&quot;12,1,0&quot; data-index-in-node=&quot;109&quot;&gt;Western blot&lt;/em&gt;. Tais detalhes pertencem à seção de &lt;strong data-path-to-node=&quot;12,1,0&quot; data-index-in-node=&quot;158&quot;&gt;&quot;Materiais e Métodos&quot;&lt;/strong&gt;, pois a substituição de uma técnica por outra mais eficiente durante a execução não deve alterar a essência do objetivo proposto.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</description>
<category>Fundamentos</category>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 15:49:10 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como preparar a introdução de um trabalho acadêmico?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=154/como-preparar-a-introducao-de-um-trabalho-academico&amp;show=155#a155</link>
<description>&lt;p&gt;O envio de blog abaixo tem boas dicas para quem está iniciando na produção de textos acadêmicos e científicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora a matéria seja focada em trabalhos de conclusão de curso (TCC), os mesmos princípios se aplicam na produção da introdução de monografias em geral, incluindo de iniciação científica (IC) e dissertações e teses de pós-graduação em formato tradicional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;GAZOLA, A. &lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.lendo.org/como-fazer-introducao-tcc/&quot;&gt;&lt;em&gt;Como fazer uma introdução de TCC: exemplos práticos em ABNT&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. Lendo.org, [S. l.], 2025. Disponível em: https://www.lendo.org/como-fazer-introducao-tcc/. Acesso em: 25 set. 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Obs: 1) O texto tem indícios de ter sido preparado em boa parte com auxílio de IA, mas não há informação a respeito fornecida pelo autor. De qualquer modo, atesto que o conteúdo tem boa qualidade. 2) Membros do ViriCan podem também assessar a&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://docs.google.com/document/d/1DIhE4SGggs7qyKJ8io5f15buuyrWE7cys2k166sc2Ds/&quot;&gt;versão arquivada da matéria&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
<category>Boas práticas</category>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:58:55 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Quais são os diferentes tipos de controles que utilizados em experimentos?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=152/quais-diferentes-tipos-controles-utilizados-experimentos&amp;show=153#a153</link>
<description>&lt;p&gt;Segue um compilado com os alguns tipos principais:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Amostra &quot;Mock&quot;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Oferece informações sobre os efeitos do procedimento experimental. E.g, Lipossoma vazio em transfecção.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle Endógeno:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Um tipo de controle interno usado como referência, por exemplo, para análises de eficiência do experimento, normalização, etc. E.g.: Genes constutivamente expressos usados como referência para fold change em qPCR (e.g., GAPDH, β-actina, HPRT1)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle Externo: &lt;/strong&gt;Valida condições gerais do experimento. E.g.: padrões comerciais em testes diagnósticos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Controle Interno:&lt;/strong&gt; Monitora eficiência do processo dentro da própria amostra. E.g, linfócitos em um corte histológico submetido a avaliação &amp;nbsp;imunoistoquímica com marcador CD45 (marcador pan-leucocitário)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Controle Limiar:&lt;/strong&gt; Define ponto de corte para interpretar resultados quantitativos. E.g.: Concentração mínima conhecida em ELISA&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle Negativo:&lt;/strong&gt; Detecta contaminação ou falsos positivos. E.g.: substituir o reagente ativo por água ou tampão&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle Positivo:&lt;/strong&gt; Confirma que o sistema experimental está funcionando. E.g.: Reagente que sempre gera o efeito esperado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle &quot;Branco&quot;:&lt;/strong&gt; Detecta interferência do meio ou reagentes sem amostra. E.g.: Poço com apenas reagentes em espectrofotometria&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle de Recuperação:&lt;/strong&gt; Avalia eficiência de extração ou purificação. E.g.: Adicionar analito conhecido antes da extração&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle de Reprodutibilidade: &lt;/strong&gt;Verifica consistência entre repetições. E.g.: Rodar a mesma amostra em diferentes dias ou operadores&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Controle &quot;Sujo&quot;:&lt;/strong&gt; controle que não é completamente puro ou ideal (por exemplo, para desempenhar papel de controle positivo ou negativo). Não está devidamente caracterizado, pode conter variáveis indesejadas ou interferências e só é usado para uma referência aproximada quando não é possível obter um controle mais adequado. E.g., amplicon prévio de PCR para identificação de um alvo desejado.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;</description>
<category>Boas práticas</category>
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<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 20:41:17 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como fazer citações adequadamente em textos científicos e técnicos?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=98/fazer-citacoes-adequadamente-textos-cientificos-tecnicos&amp;show=151#a151</link>
<description>&lt;p&gt;Dada a recorrência dos problemas de citação em produçoes científicas, segue um guia rápido que gerei sobre esse tema. Este guia foi originalmente criado em 18/Ago/2025 com auxílio IA Gemini v2.5 para organização, checagem e enriquecimento de informações. Atualizaçoes serão efetuadas aqui conforme necessidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Guia de Boas Práticas em Citação Científica: Problemas Comuns e Níveis de Gravidade&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Este guia compila os problemas mais frequentes em trabalhos científicos, organizados por nível de gravidade, do mais severo ao menos grave. O objetivo é fornecer uma referência clara para a elaboração de trabalhos mais rigorosos e eticamente corretos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;I. Problemas de Alta Gravidade: Violações de Ética e Integridade Científica&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esses problemas são as infrações mais sérias na pesquisa, comprometendo a integridade acadêmica e a ética profissional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;I.1. Falta de Referências para Citações Efetuadas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A omissão de uma citação para uma informação, ideia ou dado que não é de autoria própria. Esta prática é considerada plágio, uma das maiores violações da ética em pesquisa, e pode levar a sanções severas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;I.2. Citação de Artigos Retratados&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A inclusão de referências a trabalhos que foram formalmente retirados da literatura científica devido a erros graves ou má conduta. Citar um artigo retratado sem a devida ressalva pode disseminar informações incorretas e comprometer a credibilidade do seu trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;I.3. Citação Exagerada ou Insuficiente&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Citar excessivamente (over-citation) ou de forma insuficiente (under-citation) uma informação. Ambos os extremos podem prejudicar a clareza e a credibilidade do texto. A citação insuficiente pode ser considerada uma forma de plágio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;II. Problemas de Gravidade Média: Falhas de Metodologia e Precisão&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essas falhas indicam falta de rigor metodológico e podem comprometer a validade e a precisão das conclusões apresentadas no trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;II.1. Trabalhos que Não se Aplicam para as Informações em que São Citados&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A citação de um artigo para sustentar uma afirmação que não está diretamente relacionada aos seus objetivos, resultados ou conclusões. Isso demonstra uma leitura superficial e falta de precisão na aplicação da literatura, levando a argumentos sem o devido embasamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;II.2. Vieses de Citação (Citation Bias)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A seleção tendenciosa de referências, seja para apoiar apenas uma hipótese ou para excluir trabalhos de certos grupos ou com resultados nulos. Esse viés distorce a representação do estado da arte do campo, ignorando evidências importantes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;II.3. Citação de Referência Secundária como Primária&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Este problema não se trata de usar artigos de revisão, que são ferramentas essenciais para consolidar o conhecimento. O erro grave ocorre quando se utiliza uma dada publicação (quer seja ou não trabalho de revisão) para referenciar uma descoberta específica e seminal que foi publicada originalmente em um outro trabalho, o artigo primário. Para informações que são o cerne do seu argumento, o correto é sempre buscar e citar a fonte primária, garantindo a precisão e dando o devido crédito aos autores originais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;II.4. Trabalhos de Circulação Limitada sem Justificativa&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Citação de fontes não revisadas por pares (e.g., teses, anais de congresso, artigos de revistas predatórias). A falta de revisão por pares pode acarretar uso de fontes com conteúdo inválido ou comprometido, refletindo, consequentemente, na credibilidade do trabalho que o cita.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;III. Problemas de Menor Gravidade: Questões de Estilo e Rigor Metodológico&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora menos graves, esses problemas técnicos afetam a apresentação, a clareza e a consistência do trabalho, demonstrando falta de atenção a detalhes relevantes para boas práticas científicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;III.1. Citação de Livros Didáticos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Referenciar livros-texto de graduação como a fonte principal de uma informação científica. Livros didáticos são fontes secundárias; a prática recomendada é citar a fonte primária, ou seja, o artigo científico original.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;III.2. Trabalhos Muito Antigos em Temas Muito Dinâmicos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A citação de artigos desatualizados (e.g., &amp;gt; 10 anos) em áreas de ciência que evoluem rapidamente, como biologia molecular ou oncologia. Isso pode levar à apresentação de informações que não refletem o conhecimento mais recente. No entanto, a citação de trabalhos clássicos ou seminais pode ser justificável.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;III.3. Inconsistência no Estilo de Citação&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A não adesão a um estilo de citação uniforme (e.g., Vancouver, APA) ao longo do texto e na lista de referências. Embora não seja uma violação ética, demonstra falta de rigor técnico e dificulta a consulta das fontes.&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Fundamentos</category>
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<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 15:12:45 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Para que serve o índice h?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=149/para-que-serve-o-indice-h&amp;show=150#a150</link>
<description>&lt;p&gt;O índice h (&lt;em&gt;h-index&lt;/em&gt;) é um indicador cienciométrico para avaliar a produtividade e o impacto de um pesquisador, grupo de pesquisa, instituição, periódico, etc. De forma sucinta, um índice h igual a &quot;x&quot; se ele(a) publicou &quot;x&quot; artigos que foram citados pelo menos &quot;x&quot; vezes cada um. Isso significa que a métrica leva em consideração tanto o número de publicações quanto a frequência com que as publicações estão sendo mencionadas pela comunidade científica, medida pelo número de citações que elas receberam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para uma rápida leitura sobre cienciometria, consulte:&lt;br&gt;ELGUI DE OLIVEIRA D. Princípios de Cienciometria. In: Best Practices in Biomedical Sciences and Research (website). DOI: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://doi.org/10.17605/OSF.IO/FN8P4&quot;&gt;10.17605/OSF.IO/FN8P4&lt;/a&gt;. Disponível em: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://osf.io/a75bd&quot;&gt;https://osf.io/a75bd&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apresentação a seguir também pode ajudar: &lt;a href=&quot;https://virican.net/lnk/dlsa1he&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://virican.net/lnk/dlsa1he&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Fundamentos</category>
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<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 19:16:52 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como gerar um resumo ou abstract científico</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=110/como-gerar-um-resumo-ou-abstract-cientifico&amp;show=148#a148</link>
<description>&lt;p&gt;No site do Pubmed há uma boa página de esclarecimento sobre a preparação de abstracts estruturadas. O trecho abaixo foi retirado de &lt;a href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class=&quot;grid-row&quot;&gt;&lt;div class=&quot;grid-col&quot;&gt;&lt;div class=&quot;h1&quot;&gt;Structured Abstracts&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;float: right; width: 25%;&quot;&gt;&lt;figure&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/pubmed_logo.png&quot; alt=&quot;PubMed logo&quot; style=&quot;width:100%&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;figcaption style=&quot;font-size: small; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/&quot;&gt;Go to PubMed&lt;/a&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;What are structured abstracts?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A structured abstract is an abstract with distinct, labeled sections (e.g., Introduction, Methods, Results, Discussion) for rapid comprehension (see &lt;a name=&quot;fig1a&quot; id=&quot;fig1a&quot;&gt;Figure 1&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/graphics/structured_abs_fig1a.gif&quot; alt=&quot;Screen capture of PubMed Abstract Display for a Structured Abstract (effective August 2010).&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Figure 1: PubMed Abstract Display for a Structured Abstract.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;What kinds of structures are used?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Standardized formats for structured abstracts have been defined for original research studies, review articles and clinical practice guidelines (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote1&quot;&gt;1&lt;/a&gt;,&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote2&quot;&gt;2&lt;/a&gt;). The IMRAD format (INTRODUCTION, METHODS, RESULTS, and DISCUSSION), a defacto standard that reflects the process of scientific discovery (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote3&quot;&gt;3&lt;/a&gt;), is commonly used as a structure for journal abstracts (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote4&quot;&gt;4&lt;/a&gt;,&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote5&quot;&gt;5&lt;/a&gt;). The CONSORT (Consolidated Standards of Reporting Trials) Group issued a guideline for how to report randomized controlled trials (RCTs) in journal and conference abstracts using a structured format (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote6&quot;&gt;6&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Why use structured abstracts?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Structured abstracts have several advantages for authors and readers. These formats were developed in the late 1980s and early 1990s to assist health professionals in selecting clinically relevant and methodologically valid journal articles. They also guide authors in summarizing the content of their manuscripts precisely, facilitate the peer-review process for manuscripts submitted for publication, and enhance computerized literature searching (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote1&quot;&gt;1&lt;/a&gt;,&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote2&quot;&gt;2&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE, of which NLM is a sitting member), whose &quot;Recommendations for the Conduct, Reporting, Editing and Publication of Scholarly Work in Medical Journals&quot; document provides general guidelines for the format of manuscripts submitted to journals, requires the use of structured abstracts for original research articles, systematic reviews, and meta-analyses. ICMJE does acknowledge that the format required for structured abstracts differs from journal to journal and that some journals use more than one structure (&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.nlm.nih.gov/bsd/policy/structured_abstracts.html#footnote7&quot;&gt;7&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
<category>Generalidades</category>
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<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 15:10:37 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como elaborar corretamente a legenda de uma figura em um documento científico?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=146/elaborar-corretamente-legenda-figura-documento-cientifico&amp;show=147#a147</link>
<description>&lt;p&gt;Legendas de figuras em documentos científicos e técnicos devem ser concisas, porém autoexplicativas. Devem permitir a compreensão da figura sem a necessidade de consulta ao texto principal, exceto para informações complementares ou discussões aprofundadas. Para atingir esse objetivo, utilize as seguintes questões como guia, na ordem recomendada:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;O que a figura mostra?&lt;/strong&gt; Descreva concisamente o conteúdo da figura (e.g., gráfico, diagrama, imagem). Especifique o tipo de dado apresentado (e.g., médias, medianas, valores individuais). Se aplicável, identifique claramente os eixos, símbolos, cores e outras convenções visuais. Use unidades de medida padronizadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Qual o objetivo da figura? &lt;/strong&gt;Explique a finalidade da figura no contexto do trabalho. Qual informação ela pretende transmitir? Qual a sua principal mensagem?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Qual o contexto experimental ou analítico?&lt;/strong&gt; Descreva brevemente a metodologia utilizada para gerar os dados apresentados na figura. Inclua informações essenciais como:&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Natureza do experimento ou análise:&lt;/strong&gt; (e.g., experimento in vitro, estudo clínico, simulação computacional).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Condições experimentais relevantes:&lt;/strong&gt; (e.g., temperatura, tempo, concentrações).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Amostras e controles:&lt;/strong&gt; Defina claramente os grupos experimentais e de controle. Especifique o número de réplicas (biológicas e/ou técnicas) ou participantes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tratamentos estatísticos:&lt;/strong&gt; Se aplicável, indique os testes estatísticos utilizados e o nível de significância.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Quais as principais conclusões que podem ser tiradas da figura?&lt;/strong&gt; Apresente sucintamente as conclusões mais relevantes que a figura suporta. Concentre-se nos resultados diretamente observáveis na figura; evite interpretações excessivas ou especulativas!&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;</description>
<category>Boas práticas</category>
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<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 13:10:36 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Recebi um manuscrito para avaliação; como efetuar uma revisão criteriosa e construtiva?</title>
<link>http://iec.elgui.net/?qa=141/manuscrito-avaliacao-efetuar-revisao-criteriosa-construtiva&amp;show=142#a142</link>
<description>&lt;p&gt;Um excelente começo é observar as recomendações apresentadas no artigo&amp;nbsp; &quot;Peer Review - Best Practices&quot;, escrito por Mike Orella e editado por Mica Smith e Rosy Hosking, do Broad Institute of MIT and Harvard. Está disponível online em &lt;a href=&quot;https://mitcommlab.mit.edu/broad/commkit/peer-review/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://mitcommlab.mit.edu/broad/commkit/peer-review/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os membros do grupo podem acessar a &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://drive.google.com/file/d/12Aw0UZcTQkVBOijgOWavDwyF_Ve4C6TX/view?usp=drive_link&quot;&gt;versão em PDF do artigo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ademais, é importante verificar se o manuscrito apresenta rigor técnico e científico, bem como atende aspectos essenciais de boa comunicação. Para tanto, considere basear seus comentários em critérios estabelecidos de qualidade de produção científica, como os que apresentamos no &quot;Checklist para publicação em periódicos biomédicos&quot;, disponível em &lt;a href=&quot;https://osf.io/rh7nc&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://osf.io/rh7nc&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
<category>Boas práticas</category>
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<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 11:24:23 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como preparar manuscritos mais adequados para publicação em bons periódicos de área biomédica?</title>
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<description>&lt;p&gt;Consulte o checklist disponível a seguir:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;ELGUI DE OLIVEIRA D. Checklist para publicação em revistas biomédicas. In: Best practices in biomedical sciences and research. (Web) DOI: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://osf.io/fn8p4/&quot;&gt;10.17605/OSF.IO/FN8P4&lt;/a&gt;. URL: &lt;a href=&quot;https://osf.io/rh7nc&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://osf.io/rh7nc&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description>
<category>Boas práticas</category>
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<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 19:30:09 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Que tipo de placa de ensaio usar em experimentos de luminescência, fluorescência ou multiplex?</title>
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<description>&lt;p&gt;Síntese de conclusões reproduzidas de&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.bmglabtech.com/en/howto-notes/how-to-choose-the-best-microplate-colour-for-my-assay&quot;&gt;matéria &quot;How to choose the best microplate colour for my assay&quot;, da BMG LabTech&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;For absorbance assays you will need wells with clear bottoms&lt;/li&gt;&lt;li&gt;For absorbance-based measurements below 320 nm, you must use UV-transparent plates (e.g., cycloolefin microplates)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Black plates are recommended for fluorescence measurements. They significantly reduce commonly encountered autofluorescence and high background signals&lt;/li&gt;&lt;li&gt;For luminescence assays, white plates are recommended to amplify the signal since luminescence assays typically generate weak signals and have low background.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grey plates additionally reduce cross-talk.&amp;nbsp;For particularly bright luminescence assays, a black plate is also recommended.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description>
<category>LabTips</category>
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<pubDate>Wed, 08 May 2024 11:33:31 +0000</pubDate>
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